Do blog amigo LusoBoy trouxe este vídeo promovido pela TAP, onde se juntam as vozes da portuguesa (de origem Moçambicana) Mariza, do angolano Paulo Flores e da brasileira Roberta Sá e dum pequeno coro de trabalhadores da transportadora aérea.
Mostrar mensagens com a etiqueta mariza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mariza. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 29 de março de 2011
DE BRAÇOS ABERTOS
Do blog amigo LusoBoy trouxe este vídeo promovido pela TAP, onde se juntam as vozes da portuguesa (de origem Moçambicana) Mariza, do angolano Paulo Flores e da brasileira Roberta Sá e dum pequeno coro de trabalhadores da transportadora aérea.
Etiquetas:
mariza,
música,
paulo flores,
roberta sá,
tap
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
PRAIA NEGRA
“Barco Negro” por Mariza, ao vivo na Union Chapel em Londres (2003).
Introduzindo o tema ela explica à assistência:
“Imaginem, numa praia, uma mulher toda vestida de negro. Um pouco ao longe ela vê o barco onde o seu amado vai. No fundo da sua alma ela quer acreditar que um dia ela o abraçará, mas atrás de si outras mulheres dizem-lhe: “Ele não voltará! Ele não voltará!” Ela começa a chorar, começa a sentir uma grande dor dentro de si e começa a cantar assim...”
Nota: Ponham o volume de som bem alto. Merece!
terça-feira, 22 de junho de 2010
STILL
Há momentos na vida que valem uma eternidade.
O fado é uma experiência impar. Aqui uma interpretação sublime de Gente Da Minha Terra na voz e alma de Mariza.
É meu e vosso este fado
destino que nos amarra
por mais que seja negado
às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve um gemido
duma guitarra a cantar
fica-se logo perdido
com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
agora é que eu percebi
esta tristeza que trago
foi de vós que a recebi
E pareceria ternura
se eu me deixasse embalar
era maior a amargura
menos triste o meu cantar
Ó genta da minha terra
Ó genta da minha terra
agora é que eu percebi
esta tristeza que trago
foi de vós que a recebi
destino que nos amarra
por mais que seja negado
às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve um gemido
duma guitarra a cantar
fica-se logo perdido
com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
agora é que eu percebi
esta tristeza que trago
foi de vós que a recebi
E pareceria ternura
se eu me deixasse embalar
era maior a amargura
menos triste o meu cantar
Ó genta da minha terra
Ó genta da minha terra
agora é que eu percebi
esta tristeza que trago
foi de vós que a recebi
Subscrever:
Mensagens (Atom)