2000 anos de cristianismo e o que se melhorou? O que se aprendeu? O que se aprimorou no comportamento humano?
Foi desmantelado o Império Romano (o grande vilão opressor de cristãos; era mesmo?). Mas instalou-se na sua capital a sede da maior facção cristã, o catolicismo. Foram sufocadas as religiões pagãs, pela ameaça que representavam aos interesses totalitários dos novos opressores: os cristãos. Os bárbaros apoderaram-se do cristianismo e usaram-no a seu belo prazer para abençoar as suas devassas bélicas e imperialistas. Os missionários espalharam-se (e espalham-se) pelo mundo estupidificando os povos e exterminando as suas tradições culturais (logo a sua identidade e relação com o seu meio), deixando-os à mercê dos interesses imperialistas, que vêm logo atrás.
Ligo-me à internet, vejo os noticiários, abro o meu email, percorro as redes sociais e de todo o lado chegam apelos de solidariedade para com oprimidos, injustiçados, violentados e todo o tipo de infelizes humanos e de outras espécies, expostos à arbitrariedade dos mais baixos impulsos desumanos e ímpios.
Afinal, senhor Paulo de Tarso, o que fundaste tu? Uma religião de amor? Uma religião de ódio? Ou um coito para os canalhas? Ao fim de 2000 anos de dito cristianismo (que de Cristo não tem nada, tu sabes, Paulo, sabes bem que usurpaste o nome dele para melhor o derrotares e assim saciares o teu ódio) onde está a compaixão e o tão propagandeado amor ao próximo? Onde está o tão alardeado mundo de amor e redenção?
