Hoje, dia de grande pesar, os portugueses deixaram que fosse reeleito esse péssimo exemplo de político e ser humano.domingo, 23 de janeiro de 2011
LUTO
Hoje, dia de grande pesar, os portugueses deixaram que fosse reeleito esse péssimo exemplo de político e ser humano.quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
VISÃO E CAVACO


Com a colaboração do meu amigo Vasco Brito e a proximidade das eleições para a Presidência da República Portuguesa, achámos por bem recordar algum passado recente menos simpático deste antipático candidato e das ditas impolutas criaturas de que se rodeia.
"Um dos promotores da urbanização (Teófilo Carapeto Dias), velho amigo e colaborador de Cavaco, diz que a propriedade foi adquirida "através duma permuta com um construtor civil".
"Um dos lotes está registado em nome de Maria Yolanda Oliveira Costa, ex-mulher do criador do BPN, Oliveira Costa. (Transmissão feita à mulher depois de ter rebentado o escândalo do BPN)"
"Carapeto Dias, assessor de Cavaco em S. Bento, quando ele era Primeiro Ministro, adquiriu com outros sócios, duas sociedades offshore, com sedes em Gibraltar, que controlaram a empresa promotora da Urbanização da Coelha. Foi este quem fez o convite a Cavaco para ele adquirir um lote."
"O lote comprado por Oliveira e Costa, segundo a investigação judicial ao BPN, terá sido pago com verbas do próprio banco, via Banco Insular de Cabo Verde."
"Desconhece-se o valor por que Cavaco Silva comprou o lote e a casa, a escritura do lote do Presidente da República não se encontra no Registo Predial de Albufeira. A matriz nem consta dos registos da Conservatória do Registo Predial de Albufeira, nem do cartório notarial daquela sede de concelho algarvio. O Presidente da República não se recorda nem da data nem do notário e local onde assinou a escritura. (Que má memoria para quem é tão meticuloso e quer continuar à frente dos destinos da NAÇÃO!)"
"Para áreas semelhantes, há desde casas compradas por 100 mil euros (Teófilo Carapeto Dias e Cardoso Alves, em 1992) até à casa de Eduardo Catroga (que não faz parte do loteamento inicial, mas confina com a de Cavaco) por 750 mil euros, comprada em 2003. Meses antes, Oliveira Costa comprara a sua por menos de metade: 362 500 euros. A discrepância é ainda mais evidente na avaliação patrimonial que as Finanças fazem das propriedades. A de Catroga vale 52.322 euros. A de Oliveira Costa vale 158.690. A de Cavaco Silva está avaliada em 199.469 euros. A de Fernando Fantasia (que não tem piscina) em 307 440 euros." Cavaco declarou-se um "mísero professor". Entre 1995 e 2005 não desempenhou cargos políticos e não entregou declaração no TC.
A imprensa não tem dado qualquer relevo a esta reportagem da Visão. Sintomático!...
Para quem alardeia uma imagem de rigor, credibilidade e transparência, factos destes deixam muito a desejar. "Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és."
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
MOMENTO POLÍTICO
Charge de Fernandes para o Diário do ABC, SP
Dilma é uma “testa-de-ferro” dum obscuro grupo que se movimenta na sombra e dirige os destinos do país. Serra tem basta experiência governativa, mas é mole para o combate. A truculência que Dilma extravasa, tem Serra em completa ausência.
Entretanto distrai-se as massas com o logro do palhaço que todos querem saber se é analfabeto ou não. Se é mesmo imperativo um político no Brasil ser alfabetizado porque não se procede a essa verificação no momento da candidatura às eleições? Porque vêm depois de fechadas as urnas, contados os votos e concluído ter sido o deputado mais votado, querer saber se o mesmo é ou não analfabeto? Má fé! Só pode ser por má fé. Pois assim vão-se buscar votos para outros que de outro modo não os alcançariam. Isto eu chamo de corrupção legal. Como disse o presidente que se prepara para sair (o cidadão Lula), noutro contexto mas justificando outra falcatrua cometida pelos seus correligionários; “é imoral, mas a lei permite”. E com o aproveitamento malicioso dos buracos da lei, se vai construindo um país de imoralidade e corrupção permitidas e legalizadas. É podre!
Há derrotas que são vitórias e a eliminação de Marina Silva na primeira ronda das presidenciais teve um retumbante sucesso de vitória. Além de ter impossibilitado a eleição de Dilma na primeira volta, ela ainda ganhou o privilégio de atribuir a vitória a qualquer um dos concorrentes. Resta a estes terem a inteligência de negociar com ela contrapartidas políticas.
Marina Silva foi dos três que durante a campanha da primeira volta se apresentou com uma postura de debate de ideias, enquanto os outros dois mantinham um estafado discurso de estado. O voto em Marina foi um voto opcional de quem analisou a situação e decidiu com inteligência. Não foi um voto de cor partidária. Depois de ter sido derrotada ainda é Marina quem tem nas suas mãos a decisão dos destinos da futura presidência do Brasil. Embora os seus eleitores sejam votantes autónomos e voluntariosos, a decisão da ambientalista em apoiar ou não um dos actuais candidatos pode influir bastante na tendência dos indecisos.
Esperar para ver.