Não me questionem! Não me perguntem porquê. Eu não sei. Talvez...
D. Dinis foi um dos reis mais cultos e inteligentes da história de Portugal. E houve vários com essas mesmas qualidades. Reis e rainhas que se destacaram e deixaram marca pela sua relevância intelectual e erudição.
Mas não é de D. Dinis que venho falar. Nem venho falar do Castelo de Tomar, nem de D. Afonso Henriques e Gualdim Pais, seus fundadores e construtores. Nem venho falar da Ordem do Templo ou dos templários, ou Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão de seu nome completo (que tinham por insígnia uma imagem de dois cavaleiros montando um mesmo cavalo).
O excelente texto da São, de título “Sexta-feira, 13”, moveu-me. A pertinência da chamada de atenção sobre um dos episódios mais dramáticos da História europeia, que de sobremaneira influenciou os destinos da civilização que então se edificava e da qual hoje todos partilhamos. O apelo a uma memória que ainda hoje perdura. A dor causada pela saudade dum ideal traído na maior infâmia.
Eu tinha de divulgá-lo.