António Guterres como
rosto da ONU dá uma esperança de humanismo e solidariedade para as relações
mundiais nos tempos vindouros. Não que os seus antecessores não fossem pessoas
de boa índole e conciliadoras, mas o diplomata português tem um CV honroso no
seu incansável trabalho de apoio aos refugiados, cada vez mais numerosos, que
correm desesperadamente dos conflitos e da miséria.
