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segunda-feira, 8 de julho de 2013

HEIL OBAMA!

Esse senhor da imagem, o maior cínico da política actual, o Hipócrita (de seu cognome), já todos conhecem. Como podemos ver pela imagem, ele se presta a muitas facetas, todas elas imperialistas.

Ele se tornou a grande fraude, quando todos pensaram que por ser negro iria mudar a política dos EUA. Nada disso! Ninguém pode mudar a estratégia hegemónica desse monstro, comandado por interesses capitalistas muito acima das estruturas políticas nacionais.

Esse pilantra devassa a privacidade de todo mundo. Reitero: TODO O MUNDO literalmente (mesmo de comuns mortais como tu e eu). E persegue ferozmente quem denuncia as suas actividades ilícitas e vergonhosas. Actividades que vão contra acordos internacionais de boa convivência, até contra os seus aliados.

Esse desavergonhado manda sequestrar o avião do presidente da república dum país soberano (Bolívia) e os seus lacaios europeus obedecem, com uma submissão nojenta.

Onde está a soberania nacional desses países? Acho que colónias seria o termo mais indicado. Afinal a grandiosa União Europeia não passa dum vassalo sem honra, nem dignidade, da súcia ianque.

Essa criminosa organização gigantesca, que dá pela sigla de EUA (ou USA) cresce em poderio global e todo mundo se acobarda. Será que a propalada globalização não passará dum império mundial, uni nacional, por cobardia abjecta das nações europeias, em nome da preservação duma paz podre e conseguida a troco da escravidão económica?

domingo, 25 de julho de 2010

DOMÍNIO E PODER

É este um mundo moldado por ideais de competitividade. Desde a mais tenra idade somos instigados a ver o próximo como um rival e a procurar superá-lo para podermos ser reconhecidos como vencedores; que temos de ser... mas que na verdade nunca chegamos a ser. O que resulta são frustrados egocêntricos que procuram de qualquer modo subjugarem os que o rodeiam a um despotismo patético.

Um mundo de ilusão e alienação. Mas um mundo perverso de pequenos déspotas que infernizam a vida dos que os rodeiam. Um quotidiano em que cada circunstância pode servir para amesquinhar o próximo na procura da satisfação dum ego que nunca se satisfaz.

Já haveis percebido que não estou falando dos grandes, dos senhores que governam, dos senhores que dominam o mundo através da economia e das armas, mas sim dos anónimos na multidão, das gentes comuns que vivem a obsessão do domínio. Falo da tristeza de não ter um sentido na vida e tentar compensar a falta de carácter com um pseudo-controlo dos mais vulneráveis que o rodeiam. Cobardia!

Fazer a vida dos outros um inferno quotidiano não traz vantagem. Quanto muito apenas uma falsa sensação de conquista.

Numa sociedade injusta e desnivelada geram-se as condições para todos os despotismos, propiciando o desenvolvimento de comportamentos mesquinhos gerados na inveja dos que nunca conseguem alcançar a satisfação, que apenas uma consciência equilibrada e em harmonia pode proporcionar.