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segunda-feira, 8 de julho de 2013

HEIL OBAMA!

Esse senhor da imagem, o maior cínico da política actual, o Hipócrita (de seu cognome), já todos conhecem. Como podemos ver pela imagem, ele se presta a muitas facetas, todas elas imperialistas.

Ele se tornou a grande fraude, quando todos pensaram que por ser negro iria mudar a política dos EUA. Nada disso! Ninguém pode mudar a estratégia hegemónica desse monstro, comandado por interesses capitalistas muito acima das estruturas políticas nacionais.

Esse pilantra devassa a privacidade de todo mundo. Reitero: TODO O MUNDO literalmente (mesmo de comuns mortais como tu e eu). E persegue ferozmente quem denuncia as suas actividades ilícitas e vergonhosas. Actividades que vão contra acordos internacionais de boa convivência, até contra os seus aliados.

Esse desavergonhado manda sequestrar o avião do presidente da república dum país soberano (Bolívia) e os seus lacaios europeus obedecem, com uma submissão nojenta.

Onde está a soberania nacional desses países? Acho que colónias seria o termo mais indicado. Afinal a grandiosa União Europeia não passa dum vassalo sem honra, nem dignidade, da súcia ianque.

Essa criminosa organização gigantesca, que dá pela sigla de EUA (ou USA) cresce em poderio global e todo mundo se acobarda. Será que a propalada globalização não passará dum império mundial, uni nacional, por cobardia abjecta das nações europeias, em nome da preservação duma paz podre e conseguida a troco da escravidão económica?

quarta-feira, 2 de março de 2011

PODER OU CONTRA-PODER?

A ameaça do rato

Limitação de acesso à internet passou a ser a primeira medida tomada pelos regimes hegemónicos e ditatoriais quando ameaçados.

"Egipto apoia os trabalhadores do Wisconsin, um mundo uma dor"

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

VENDO TV: GEO-ESTRATÉGIAS

Ouvi ontem a actriz e ex-deputada, Odete Santos, afirmar que «os ocidentais não entendem o pensamento dos orientais nem os orientais entendem o pensamento dos ocidentais». Concordo.
O pensamento tem a ver com o sentir, a cultura, a história, o ambiente, as condições de existência e vida, com as expectativas e aspirações, e muito mais ainda. E tudo isso é o bastante para gorar à partida qualquer tentativa de globalização hegemónica. Tem até contribuido para muito conflito social e político. Cada um se acha senhor da razão e da verdade absoluta, tentando impô-las aos outros.
Bom-senso é o que tem faltado nas investidas políticas entre ocidente e oriente.

De novo assistimos a uma escalada de ameaças e afrontamentos entre o ocidente Euro-Washingtoniano e a Rússia. E tudo por causa dum títere de aspirações ditatoriais que governa a Geórgia, acoitado, tal como outros antes dele o foram em outras partes do globo, por Washington e seus lacaios.
E isto remete-nos a uma reflexão sobre o papel da NATO (ou OTAN). Ora a NATO foi criada num clima de guerra-fria entre os aliados Europa-USA contra o Bloco liderado pelos Soviéticos. Ora com o fim do regime soviético e o desmembramento do Bloco de Leste, o passo mais óbvio seria a dissolução da NATO, para que se desse início a uma nova fase de diálogos e procura de entendimentos conducentes a diplomacias tendentes a uma aproximação de interesses e intercâmbios pacificadores.

A Europa devia se organizar numa política geo-estratégica própria e deixar de acolitar os desvarios imperialistas de Washington. Enquanto ela permanecer algemada aos USA, os seus possíveis aliados historicamente naturais, sempre terão suspeitas a respeito da sua imparcialidade.

Os primeiros motivadores da crise georgiana são os USA, acolitados pela Europa, com o seu cerco estrangulador de instalações bélicas junto às fronteiras da Rússia. Ora cão acossado não fica manso. Que esperavam que a Rússia fizesse, perante a tentativa de lhe retirarem as zonas tampão de segurança a Sul, quando já antes se haviam apropriado das mesmas a Oeste?