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segunda-feira, 8 de julho de 2013

HEIL OBAMA!

Esse senhor da imagem, o maior cínico da política actual, o Hipócrita (de seu cognome), já todos conhecem. Como podemos ver pela imagem, ele se presta a muitas facetas, todas elas imperialistas.

Ele se tornou a grande fraude, quando todos pensaram que por ser negro iria mudar a política dos EUA. Nada disso! Ninguém pode mudar a estratégia hegemónica desse monstro, comandado por interesses capitalistas muito acima das estruturas políticas nacionais.

Esse pilantra devassa a privacidade de todo mundo. Reitero: TODO O MUNDO literalmente (mesmo de comuns mortais como tu e eu). E persegue ferozmente quem denuncia as suas actividades ilícitas e vergonhosas. Actividades que vão contra acordos internacionais de boa convivência, até contra os seus aliados.

Esse desavergonhado manda sequestrar o avião do presidente da república dum país soberano (Bolívia) e os seus lacaios europeus obedecem, com uma submissão nojenta.

Onde está a soberania nacional desses países? Acho que colónias seria o termo mais indicado. Afinal a grandiosa União Europeia não passa dum vassalo sem honra, nem dignidade, da súcia ianque.

Essa criminosa organização gigantesca, que dá pela sigla de EUA (ou USA) cresce em poderio global e todo mundo se acobarda. Será que a propalada globalização não passará dum império mundial, uni nacional, por cobardia abjecta das nações europeias, em nome da preservação duma paz podre e conseguida a troco da escravidão económica?

sábado, 21 de abril de 2012

HERANÇA ENVENENADA


No mapa a origem da África que conhecemos hoje. Uma autêntica manta de retalhos que nunca respeitou tribos e nações indígenas. Muitas delas verdadeiros impérios, com sistemas administrativos próprios, baseados nos seus princípios culturais. A África pré-colonial e pré-islâmica, não era um continente de selvagens brutos e incapazes.

Incapazes de expandir os seus territórios numa Europa que buscava a sua paz interna e saturada, além de depauperada, pelos contínuos conflitos, os governantes e mercadores europeus, descobriram no século XVIII e início do XIX um filão imenso para satisfação da sua insaciável avidez imperialista. E aí foi a partilha vergonhosa e sem escrúpulos duma terra alheia. Os seus habitantes eram vistos pelos invasores como criaturas sub-humanas, sem o mínimo direito a dignidade. 

Esse estigma ainda perdura. Infelizmente!

O único território que conseguiu manter a sua independência e autonomia por mais tempo, foi o orgulhoso Império Etíope, governado por monarquias cristãs coptas.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

DESCENTRALIZAÇÃO


No passado mês de Dezembro apresentei aqui o meu desalento por ter sido rejeitado o projecto de criação do estado de Tapajós. Acredito que a democracia deve ser um contínuo processo de descentralização de poder, para que ele cada vez esteja mais no domínio dos verdadeiros interessados: os cidadãos. Daí ter entendido a rejeição da divisão do estado do Pará como um retrocesso democrático e uma prevalência do espírito imperialista que ainda domina tanto a política como a sociedade brasileira.

No presente eu moro no Brasil, no estado de Pernambuco, na cidade de Recife. E é partindo da observação dos processos de gestão local, que essa minha realidade me permite, que elaboro esta minha reflexão.

Uma sociedade democrática não pode ser centralizadora. Centralização de poder é sintoma de imperialismo. Não basta apenas derrubar as monarquias e promover eleições republicanas para se afirmar que se vive em países democráticos. É necessário rever todo o sistema administrativo duma nação para se poder falar em democracia e verdadeira participação do povo no seu próprio destino.

Não é centralizando o poder em capitais distantes, ou mesmo próximas, que se consegue uma melhor gestão social e territorial, ou se combate a corrupção. É necessária uma revolução administrativa. Essa revolução tem de conduzir até à descentralização administrativa dos poderes municipais. Criar órgãos políticos junto às populações, bairro a bairro: o chamado poder local. Quanto mais próximas e envolvidas as pessoas estiverem dos decisores políticos, maior o controlo que elas têm sobre todos os processos de gestão que lhes digam respeito, assim como sobre algum possível caso de corrupção. Sendo que, a eleição desses cargos deve ser popular e local, não por nomeação superior.

Vivemos numa época de quebra de dogmas. O paternalismo do poder centralizador é um modelo obsoleto e que já provou ser ineficaz para a satisfação dos direitos de todos. Temos de aprender novos modos de fazer e estar. Temos de assumir a direcção do nosso destino. Temos todos o direito de participar da orientação do rumo das nossas vidas e das condições do nosso quotidiano.



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

NO DIA DEPOIS

Em memória de todas as vítimas do imperialismo cego que tem disseminado a injustiça e o terror pelo mundo, com uma ininterrupta parada de horrores, semeando vítimas a eito e despropósito. Uma ganância descomunal que faz de todo o planeta o seu quintal de despejos.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

OSCARES

E tudo parou para assistir a mais uma demonstração do imenso narcisismo hollywoodesco. Aquilo não é um festival de cinema! Não passa dum mero desfile de vaidades e auto-promoção duma cultura decadente.

Não entendo como pode ficar meio mundo na expectativa dum eventozinho ianque de trazer por casa. Há tanta coisa boa neste mundo para ver e o pessoal ludibriado com falsos faustos encenados para iludir pacóvios!

E assim se vai disseminando esta criminosa e sub-reptícia cultura da subordinação aos interesses imperialistas estado-unidenses.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

EM BUSCA DUMA GUERRA


Será que aquele cargo de Secretario de Estado dos USA abrutalha mesmo os seus ocupantes? Ao ver na TV as imagens da senhora Hillary Clinton na sua recente passagem por Seul, para discutir a presente crise entre as duas Coreias, fiquei surpreendido com a expressão sinistra da estadista americana.

Mais uma vez os USA apresentam uma postura arrogante e prepotente de desafio a tudo e todos. A quadrilha de Washington denuncia os seus ideais imperialistas de domínio planetário.
Esperava-se mais da pandilha liderada pelo Nobel da Paz. O estilo truculento e alarve da política de segurança mundial americana continua igual; desafiadora, labrega, parcial, sem olhar a meios para atingir os fins (que passam invariavelmente pela protecção a qualquer custo dos interesses da sua corrupta elite empresarial).

Pelos vistos Obama e quadrilha andam desesperadamente em busca duma guerra. Deve ir mal o negocio de material bélico. Ou então a trupe do Pentágono deve precisar de testar uma nova arma.