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sexta-feira, 18 de março de 2011

8 EM 7

Diz o provérbio que "um japonês cai sete vezes mas levanta-se oito".

Hiromitsu Shinkawa, de 60 anos, passou dois dias à deriva no mar sobre o telhado da sua casa, que depois de o ter abrigado se converteu numa jangada salva-vidas. Acabou por ser resgatado pela tripulação dum navio que passava perto.

domingo, 22 de agosto de 2010

RELAXANDO

Templo Rurikouin Kyoto, Japão



A Rã e o Mundo


O dia é a noite

A lua é o sol

A rã senta-se e o mundo não se detém

sexta-feira, 28 de maio de 2010

MENTIRA

O Japão insiste na mentira de que caça baleias com fins científicos. Mas será que a ciência necessita mesmo dos cadáveres de centenas de baleias anualmente? Todos os anos? Sistematicamente? Mas afinal que estudo científico é esse que necessita de tanta carnificina?

Eu admiro o Japão como nação, como cultura e como povo. Admiro o seu engenho, a sua organização, a sua disciplina, o seu empenho. Admiro a tenacidade com que constroem um império civilizacional num solo fustigado por todas as adversidades naturais; terramotos, maremotos (agora chamam de tsunamis), furacões, bombardeamentos nucleares americanos... oh, perdão! Este não foi um desastre natural, foi um acto deliberado do cinismo imperialista americano.

Mas como ia dizendo, eu admiro o respeito pela tradição dos japoneses. Mas daí a admitir a preservação dum costume bárbaro... Tudo tem limites e admiração não é fanatismo. Desta vez aplaudo a iniciativa da Austrália de levar o Japão e a caça à baleia perante o Tribunal Internacional de Justiça.

A gastronomia japonesa é muito rica, no seu todo e a chacina de milhares de baleias não é feita para matar a fome a ninguém, apenas para satisfazer as vaidades da gula de gente muito endinheirada.