Fomos absorvidos pelo grande sistema-económico, que a todos devora e trucida desde a mais tenra idade. A auto-expressão é negada. O que se vê por aí são comportamentos de macaco-de-imitação a que se convencionou chamar de moda, ou mais elitistamente de “fashion”. Contribuindo esses comportamentos padronizados para aumentar os índices de produção/consumo e dando prosseguimento à alienação continuada das gentes que se iludem achando ser felicidade o que não passa dum mero prazer supérfluo e momentâneo.
domingo, 23 de outubro de 2016
ENGRENAGEM
Fomos absorvidos pelo grande sistema-económico, que a todos devora e trucida desde a mais tenra idade. A auto-expressão é negada. O que se vê por aí são comportamentos de macaco-de-imitação a que se convencionou chamar de moda, ou mais elitistamente de “fashion”. Contribuindo esses comportamentos padronizados para aumentar os índices de produção/consumo e dando prosseguimento à alienação continuada das gentes que se iludem achando ser felicidade o que não passa dum mero prazer supérfluo e momentâneo.
sábado, 1 de outubro de 2016
GANHARÁS O PÃO
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
DESUMANIZAR
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 2 de julho de 2010
FEUDALISMO E CAPITALISMO
O feudalismo era uma estrutura social em que a relação de poder assentava na posse da terra, sendo esta a base duma economia agrícola. Era da terra que vinha toda a produção necessária ao suporte da vida.
O pagamento com que os soberanos retribuíam os favores dos nobres era feito em doação de terra. Esgotada a disponibilidade de terra livre para doação, os reis começam a cunhar moeda como modo de pagamento à nobreza. É a subversão de todo o sistema económico e dá ensejo ao fortalecimento duma nova classe; o burguês. Elemento novo rico que acumula poder financeiro, embora sem as benesses dum título nobiliárquico. Surge então o capitalismo.
O capitalismo põe termo ao feudalismo no fim da Idade Média com o advento das classes burguesas. Desde então o poder passa a estar ligado ao dinheiro e não à posse de terra.
Capitalismo é a capacidade de gerir riqueza a partir da riqueza; o que significa que quem nada tem não pode enriquecer.
Na estrutura social do feudalismo não há espaço para o escravo. Já o capitalismo mercantil encaixa o escravo nas grandes unidades de produção de derivados agrícolas (açúcar, algodão, café, cacau, etc). Com a revolução industrial há a necessidade da abolição da escravatura, apenas porque o escravo não consome. Então o escravo é promovido a operário assalariado para se tornar um consumidor dos artigos que produz, contribuindo assim duplamente para o enriquecimento do burguês capitalista.
O feudalismo é uma estrutura social típica das sociedades do velho mundo. Quando se dá a expansão colonial no novo mundo, esta é liderada pela classe burguesa segundo um modelo capitalista e aí a liberdade de implantação da escravatura (vide os campos de algodão dos estados sulistas norte-americanos e os engenhos de açúcar brasileiros), como modelo altamente rentável. A Igreja, bem subornada pela classe dominante, a tudo dá a sua bênção e cobertura.
O capitalismo é um modelo obsoleto, insuportável para o desenvolvimento natural da humanidade enquanto organismo cultural eticamente superior.
Ou a humanidade asfixia o capitalismo ou é asfixiada por ele!



