quinta-feira, 13 de setembro de 2012
CORES
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
NÃO É
terça-feira, 19 de junho de 2012
PÉS NO CAMINHO
domingo, 3 de junho de 2012
CARTONEIRO
quarta-feira, 30 de maio de 2012
7 COLUNAS
sábado, 14 de maio de 2011
SEM EMERGÊNCIAS (reposição)
Chegámos.
De caminho pude ver alguns clarões duma trovoada muito distante. Já era noite. Chovia. Chovia à vários dias, à várias semanas. Uma chuva insistente, aborrecida, que deixa tudo encharcado, os interiores húmidos e afasta o sol, deixando os ânimos propensos à melancólica apatia do tédio.
O nosso destino era o Shopping Guararapes, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, onde iríamos comemorar um aniversário na loja de jogos.
Chegados, apressamo-nos para dentro do grande centro de lojas, não tão somente para fugir da chuva mas devido ao atraso em relação à hora marcada. Ainda entrámos numa loja generalista, para uma última compra e... a luz faltou e a escuridão foi total. Fiquei imóvel onde me encontrava, sem mover um dedo que fosse. Esperei. Rodei a cabeça de olhos bem abertos, mas não encontrei nenhum clarão (por mais ínfimo que fosse) de luz de emergência. Então? As luzes de emergência deveriam ter acendido automaticamente, logo que o geral falhasse. Nada!
Passados uns longos segundos a luz voltou. Depois apagou-se de novo e tornou a acender. Olhei em volta procurando os pontos de luz de emergência nas paredes e colunas da loja. Nenhum!
Compra feita saímos da loja e... a galeria, assim como a maioria das lojas do shopping estavam às escuras! Afinal o estabelecimento de onde acabáramos de sair tinha um gerador próprio, por isso de imediato normalizou a iluminação.
Meio na penumbra, deslocámo-nos pelo shopping procurando a loja onde decorreria a festa. A única iluminação disponível era a claridade oriunda de alguns estabelecimentos que tinham geradores de energia para seu uso próprio. Luzes de emergência nas galerias e átrios, nem uma. Eu procurava ignorar que estava num grande centro comercial, dum aglomerado urbano (Recife) com mais de um milhão e quinhentos mil habitantes.
Oh, saudades...!
NOTA: Esta é uma reposição da publicação anterior, que desapareceu na recente hecatombe do Blogger. Que me desculpem os que haviam comentado e cujos comentários desapareceram também.
quarta-feira, 23 de março de 2011
O SURURU DO RECIFE

terça-feira, 9 de novembro de 2010
ZEPPELIN
Escadas, altíssimas, para construir um zeppelin
Todos sabem o que foram os zeppelins. Espero bem que saibam! Mas talvez muito poucos se tenham dado ao trabalho de idealizar como seriam construídas essas imensas estruturas voadoras que chegavam a ultrapassar os 200 metros de comprimento. Pois é, escadas. Escadas e andaimes, tudo muito periclitante, para construir esses levíssimos monstros voadores.
Cruzavam regularmente o Atlântico nas décadas de 20 e 30 do século XX, ligando a Europa aos continentes Americanos, Norte e Sul.
Zeppelin sobrevoando Recife
Devido à sua configuração os zeppelins não aterravam, eles atracavam em torres fabricadas propositadamente para o efeito. A única torre ainda existente em sua forma original situa-se na cidade de Recife, Pernambuco, Brasil.

Torre de atracação do campo de Jiquiá, Recife






