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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

NÓDOAS E JANEIRAS

Será que os assassinos que matam por motivação política serão menos assassinos que os outros? Sejam eles de esquerda ou direita, fanáticos independentistas ou fundamentalistas religiosos?

Será que tirar uma vida não é tirar uma vida?

Será que tirar uma vida deixa de ser um crime quando inspirado por motivações politicas e ideológicas? Como pode um assassino por motivações politicas queixar-se de posterior perseguição política? Como podem exigir entusiasticamente a libertação de alguém que cometeu assassinatos premeditados, apenas alegando motivação politica, quando doutro lado pedem penas severas para suspeitos de assassinato por motivações pessoais?

Será que a democracia também justifica o assassinato? Uma democracia construída com sangue nas suas raízes não me parece que venha a ser ideologicamente justa e isenta de arbitrariedades.

Lula (ao deixar a Presidência da República no Brasil) fechou o seu reinado com uma nódoa; acobertou um assassino e sonegou a sua apresentação perante a Justiça. Sai com as mãos manchadas de sangue.

JANEIRAS

Hoje é Dia de Reis. Em Espanha é o dia em que se entregam os presentes de Natal (afinal foram os Reis Magos que levaram presentes ao recém-nascido) e em Portugal é dia de cantar as Janeiras (grupos vão pelas ruas e de porta em porta cantando o nascimento do Cristo e votos de Bom Ano Novo e recebendo em troca os remanescentes da Mesa de Natal).

José Afonso imortalizou essa tradição no seu Natal dos Simples.


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