segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

LUTO POR TAPAJÓS E CARAJÁS


Mais uma vez a propaganda falaciosa e a democracia cínica ludibriaram o povo em proveito de interesses obscuros e neo-colonialistas. A emancipação dos povos e seu desenvolvimento foram de novo esmagados pela traição do poder centralizador e interesses corporativos e empresariais.

6 comentários:

Serginho Tavares disse...

Estou muito triste pelo povo destes lugares, principalmente de Tapajós

São disse...

Mas que se passou? Já que aqui nada soou.

Beijos

LusoBoy disse...

Tive de investigar um pouco para saber do que falavas. Entendo a preocupação com os gastos mas os argumentos a favor são muito pertinentes. Ai esta mania da centralização. Ainda por cima num Brasil que é tão extenso :S.

Beth/Lilás disse...

Lamentável e triste, muito triste o que virá no futuro com toda essa 'mexeção' lá em cima.
E os pobres índios e populações ribeirinhas? E os animais da floresta, como viverão?
Triste!
bjs cariocas

Hürrem disse...

Ola amigo ManDrag,
Dessa vez terei que discordar de ti, pois a meu ver a criação de novos estados geraria um gasto astronômico a União, com uma gastança incontrolável do dinheiro público, e com isso, leia-se : mais corrupção, desvio de verbas, e tudo relacionado a esse tema que todo o brasileiro já conhece bem e tá cansado de reclamar. O que implicaria que o povo desses novos estados continuariam na mesma, ou seja, sem boas condições de vida. O que tem que ser exigido pelos paraenses é uma maior atenção por parte do Governo federal. Como ? Elegendo pessoas que realmente os possam representar de forma digna. Se o tamanho do estado significasse desenvolvimento, Alagoas e Sergipe seriam os estados mais prósperos da União. Parabenizo aos paraenses pela decisão inteligente!
Abraços

Junnior disse...

Confesso que, embora ciente dessa divisão de estados, não li profundamente os 'prós' e os 'contras' e sequer os sopesei. Porém, confesso também que o motivo do desinteresse foi o de supor, como você deixou claro, que há interesses escusos.
Bjaum.