terça-feira, 3 de abril de 2012

POEMA POSSÍVEL


Somos gordos, feios, grosseiros, imundos.
Somos uma praga nauseabunda empestando o mundo.
Somos o pior que a inteligência, ou a falta dela, pode produzir.
Somos a escória, a ralé, o resultado nojento da evolução da arrogância gananciosa.
Somos o dejecto duma espécie que se perdeu em si mesma.
Somos a nódoa que macula o planeta!


Nota do poeta: Não viso ninguém em particular, senão a humanidade como um todo. Se alguém se sentir ofendido... pois que se sinta. Eu não irei pedir perdão a ninguém!

4 comentários:

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

verdades em forma lírica ... adorei ...

Serginho Tavares disse...

Que a carapuça sirva para quem se sentir ofendido!

Beijos meu amor

Lobo disse...

Nem peça. Ninguém merece perdão.

Um Beijo.

Raphael Martins disse...

A verdade às vezes dói pra alguns !