quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

FESTIM DE DITADOR

Satisfeito, senhor Mubarak? Era isto que tu querias, não era?
Disseste o que todos sabíamos que irias dizer, o típico discurso demagógico de ditador para atiçar facções contra facções e assim teres um pretexto de reprimires os que buscam a liberdade e um sistema justo.

Nos dias presentes todos temos acesso a informação na hora e com imagens ao vivo. O povo já não tem desculpa para permanecer submisso a tudo o que políticos sórdidos lhe queiram impor.

Fora Mubarak!

Fora todos os Mubaraks!

3 comentários:

Serginho Tavares disse...

O que salva é que o povo egípcio continua não aceitando nada disso e continuam querendo esse ditador fora!

São disse...

A oposição tem razão: esta gentalha que apareceu hoje montada em camelos e cavalos para atacar os manifestantes enquanto rezavam e que estão a destruir edifícios para atirar pedras dos telhados, são polícias e afins. Até porque a organização era enorme e o exército, que continua quieto, não mexeu um dedo para impedir a entrada na Praça Tahrik. E eu ,que já lá estive,afirmo peremptóriamente que não impediram o acesso a esta gente armada àquele espaço porque pura e simplesmente o não quiseram fazer. Irão ter assim um pretexto para , quando agirem, entrarem para matar!!

Um abraço.

Kakkah disse...

Mubarak não é um ditador fraco, nunca esqueçamos que este patife está há quase 30 anos no poder, o que mostra que ele tem muita habilidade política.Na declaração à população egípcia o mesmo se posicionou de forma persuasiva e canastrona, seu ego inflado indicou que enganara passivamente o povo... Só o bando de tolos e ingênuos acredita neste canalha; daí o choque presível entre os que estão a favor e a oposição. Entretanto, o bando pró-Mubarak é formado por policias, gente comprada e detentos soltos dos presídios cuja finalidade é a de provocar instabilidade social. É aí que oportunista entra em ação: Para retomar a "ordem" provocará massacres, cassada de oposicionistas ao regime e qualquer medida truculenta que justifique a sua continuidade no poder.É uma triste e revoltante prática de um lema antigo mas recorrente: "Dividir o povo para governar".