quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A BATALHA E A GUERRA

Desde que vim viver para as terras brasilis tenho me deparado com vários e inusitados costumes locais. Um deles, que já aqui ilustrei em outras ocasiões, é a mania dos autocolantes nos vidros traseiros dos carros, muitos deles com dizeres supostamente religiosos. Um deles diz assim:

“Jesus Cristo nunca perdeu uma batalha!”

Ah! Aí eu replico: Exacto! Não perdeu nenhuma batalha, perdeu mesmo foi a guerra! E perdeu-a para o seu arqui-executor; o carrasco de nome Paulo de Tarso, fundador do Cristianismo. Que, embora não lhe tenha conseguido deitar a mão em vida, fez um servicinho completo ao eliminar para todo sempre os piedosos ensinamentos do Mestre, substituindo-os pela antítese que era o seu fanatismo rancoroso e odiento ditaram.

5 comentários:

Serginho Tavares disse...

Pois é e ainda chamam de cristianimo o que seria paulismo, mas isto ninguém quer saber!

Beijos meu amor

Mari disse...

Vivendo aqui na Turquia conheci melhor,e de perto, o cristianismo ortodoxo, e várias histórias de livros apócrifos que não são aceitos pelo catolicismo.
Fiquei encantada com a história de vida de Maria, contada por Thiago.
Infelizmente não sei muito sobre esse assunto do Paulo e sua antítese,mas me interessaria saber mais sobre esse tema.

Paulo Braccini disse...

Perfeita a sua contextualização ...

parabéns mais uma vez ...

tem vc hoje por lá ...

bjux

;-)

Lobo disse...

Vai ver eu não me dou bem na cozinha porque detesto física mesmo hahaha.

Mas Cristo nunca perdeu uma batalha? Penso eu que ele nunca chegou a entrar em uma batalha de fato...

São disse...

Por isso eu sempre digo que nunca se deveria dizer judaico-cristão, mas sim judaico-paulista!

Um abraço.